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Omie · ERP

Relatório gerencial do Omie sem montar planilha

O Omie tem o dado financeiro que a gestão precisa, num formato de relatório que é o mesmo para todo mundo. Trazemos contas, faturamento, cliente e projeto para uma base sua, onde o corte é o seu.

Onde isso costuma travar

Empresa de serviços com o Omie rodando normalmente tem o dado certo e a leitura difícil. Contas a receber, faturamento recorrente, cliente, centro de custo: está tudo lá. Mas a pergunta da gestão raramente cabe no relatório padrão, e o caminho volta a ser o de sempre: exportar, cruzar à mão, formatar, repetir no mês seguinte.

O que é específico do Omie

Cada sistema tem os seus próprios pontos cegos, e generalizar aqui não ajuda ninguém. Estes são os do Omie.

    01

    O relatório padrão serve a todos e a ninguém

    Ele foi desenhado para atender milhares de empresas diferentes, o que significa que não foi desenhado para a sua. Corte por centro de custo do jeito que a sua operação divide, receita por tipo de contrato, comparação com o orçamento aprovado: nada disso vem pronto, e a saída é exportar.

    02

    Dois dias por mês montando o mesmo documento

    Alguém do financeiro exporta, cruza, confere e formata o relatório que vai para os sócios ou para o banco. Todo mês, o mesmo trabalho, do zero. Quando essa pessoa falta, o relatório atrasa ou sai com erro que ninguém pega.

    03

    Recorrência e inadimplência exigem série histórica

    Receita recorrente, churn de contrato e comportamento de inadimplência só aparecem comparando períodos. O sistema mostra a posição atual com precisão; a evolução mês a mês é o que precisa ser guardado do lado de fora para poder ser lida.

    04

    O financeiro não conversa com o comercial

    O faturamento está no Omie e o funil está no CRM. Custo de aquisição contra receita gerada por cliente é a conta que decide onde investir em vendas, e ela exige os dois lados na mesma base.

Como tiramos o dado de lá

Leitura programada, sem exportação manual

    01

    JSON por POST, com app_key e app_secret

    A API da Omie não é REST, ao contrário do que se supõe: a própria documentação registra que o suporte a REST ainda está em desenvolvimento e que requisições GET não são aceitas. O consumo é SOAP ou JSON enviado por POST, com as credenciais de aplicação em cada chamada. Quem escreve a integração esperando REST descobre isso no meio do caminho.

    02

    Cem registros por página, e o recorte de trinta dias

    Cada listagem devolve no máximo cem registros por página. E há uma armadilha silenciosa em quatro métodos: MovimentosFinanceiros, ExtratoContaCorrente, ListarDocumentos e CuponsFiscais. Se a data inicial e a final não forem enviadas, a resposta traz apenas os últimos trinta dias. Os dois primeiros são os que mais alimentam painel financeiro, então carga histórica escrita sem esse cuidado importa um mês, parece ter funcionado e deixa anos de lançamento para trás.

    03

    Limite por minuto e repetição bloqueada

    O teto documentado é de 960 requisições por minuto por IP, 240 por minuto na combinação de IP, chave e método, e quatro chamadas simultâneas, com alguns métodos limitados a uma por vez. Consultar o mesmo ID duas vezes dentro de sessenta segundos também é barrado, e um erro dentro dessa janela reinicia o contador e estende o bloqueio por mais sessenta segundos. A carga é escrita para caber nisso e retomar de onde parou.

    04

    Carga incremental depois da primeira

    A primeira execução traz o histórico que existe, respeitando o recorte de período acima. As seguintes trazem só o que mudou, o que mantém a rotina rápida e evita reprocessar anos de lançamento todo dia.

O que trazemos

  • Contas a receber e a pagar, com vencimento e baixa
  • Faturamento por cliente e por período
  • Clientes e cadastro
  • Centro de custo e categoria financeira
  • Ordens de serviço e contratos
  • Notas fiscais de serviço

Costuma vir junto com

Sistema de origem sozinho responde pouco. A pergunta de gestão quase sempre exige cruzar dois ou três, e é esse cruzamento que não existe pronto em nenhum deles.

Conferido na documentação oficial

O que muda

As perguntas que passam a ter resposta

    Qual a receita recorrente e como ela evoluiu nos últimos doze meses

    Que cliente concentra risco de inadimplência

    Qual a margem por centro de custo, contra o orçamento

    Quanto custou adquirir cada cliente e quanto ele já devolveu

    Como está o fluxo de caixa projetado pelos vencimentos em aberto

Perguntas frequentes

O relatório sai automaticamente ou alguém precisa gerar?+

Sai automaticamente, na mesma data e no mesmo formato, a partir da mesma base que alimenta os painéis. Não existe etapa manual entre o dado e o documento, o que também quer dizer que ele chega quando a pessoa do financeiro está de férias.

Dá para ter versões diferentes para sócio e para banco?+

Sim. Como tudo sai da mesma base, produzir versões distintas muda a seleção e o texto, não os dados. O número é o mesmo nos dois documentos, o que evita a situação desconfortável de duas versões que não fecham.

Nosso contador já manda relatório. Qual a diferença?+

O relatório contábil olha para trás, com finalidade fiscal, e fecha no ritmo do fechamento. O relatório gerencial olha a operação em andamento, no corte que a sua gestão usa para decidir. São documentos com públicos diferentes, e um não substitui o outro.

Usamos o CRM da Omie também. Ele entra?+

Entra pelo mesmo caminho, porque é a mesma família de API e as mesmas credenciais. Não há página separada aqui porque o trabalho e as armadilhas são os mesmos descritos acima. Na prática o ganho é cruzar funil com faturamento sem sair de um fornecedor só.

Precisamos mudar como o time usa o Omie?+

Não. A leitura é feita por fora e não altera nada no uso diário. O único ponto que costuma valer ajuste é a consistência do preenchimento. Centro de custo em branco no lançamento vira categoria vazia no painel, e isso a gente aponta no diagnóstico antes de construir.

Usa Omie? Vamos ver o que dá para extrair dele

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